Este blog pretende ser um espaço de partilha da prática pedagógica de uma educadora de infância. Todos os textos ,fotos e videos estão sujeitos ao RGPD.
Este blog pretende ser um espaço de partilha da prática pedagógica de uma educadora de infância. Todos os textos ,fotos e videos estão sujeitos ao RGPD.
Para isso fomos feitos: Para lembrar e ser lembrados Para chorar e fazer chorar Para enterrar os nossos mortos — Por isso temos braços longos para os adeuses Mãos para colher o que foi dado Dedos para cavar a terra. Assim será nossa vida: Uma tarde sempre a esquecer Uma estrela a se apagar na treva Um caminho entre dois túmulos — Por isso precisamos velar Falar baixo, pisar leve, ver A noite dormir em silêncio. Não há muito o que dizer: Uma canção sobre um berço Um verso, talvez de amor Uma prece por quem se vai — Mas que essa hora não esqueça E por ela os nossos corações Se deixem, graves e simples. Pois para isso fomos feitos: Para a esperança no milagre Para a participação da poesia Para ver a face da morte — De repente nunca mais esperaremos… Hoje a noite é jovem; da morte, apenas Nascemos, imensamente.
Estivemos a tentar resolver o desafio matemático que a história de Manuela Castro Neves nos coloca. Mas afinal quantos chocolates recebeu o Tomás ? Como podemos representar este desafio?
A pares tentámos fazer a representação, contar e escrever a quantidade de chocolates do Tomás.
Depois comunicámos o que fizemos ( comunicar o que se faz significa mostrar e também explicitar o raciocínio que se fez).
Todos juntos tentámos representar o problema de uma outra forma, usando símbolos para cada personagem de chocolate
Na semana passada começámos a fazer as prendas de Natal para dar às famílias... Guardámos muito bem o segredo. primeiro, com pasta de serradura fizemos os enfeites para a árvore de Natal lá de casa.
Depois de secar pintámos.
Ao mesmo tempo escrevemos com o dedo o postal de Natal e decorámos.
Também fizemos os sacos para embrulhar os nossos presentes.
Na nossa sala todos meses realizamos a avaliação dos nossos instrumentos e também do que vamos conseguindo realizar bem como do que aprendemos. Chegados ao final de um ciclo ( o 1.º periodo) é tempo de realizar uma avaliação mais profundo sobre o que achamos que temos que aprender/saber na nossa sala.Este trabalho de tomada de consciência ( meta cognição), permite às crianças pensarem sobre o que realmente sabem, pensarem sobre o seu propósito aqui na sala ( aprender de forma cooperada e feliz).
De acordo com as Orientações Curriculares para o Pré Escolar avaliar "consiste na recolha da informação necessária para tomar decisões sobre a prática. Assim, considera-se a avaliação como uma forma de conhecimento direcionada para a ação.(...)A avaliação na educação pré-escolar é reinvestida na ação educativa, sendo uma avaliação para a aprendizagem e não da aprendizagem. É, assim, uma avaliação formativa por vezes também designada como “formadora”, pois refere-se a uma construção participada de sentido, que é, simultaneamente, uma estratégia de formação das crianças, do/a educador".
Acredito na avaliação que faz crescer e que é voltada para a aprendizagem e o seu processo, quer isto dizer que a avaliação não é uma meta mas sim a documentação do processo de aprender. aqui na sala faz-se com todos, pois o caminho que cada um faz está diretamente ligado ao caminho que os colegas fazem. Acredito que o sucesso de cada um assenta no sucesso de todos e é por isso que juntos falamos sobre o que cada um é capaz e como nos podemos apoiar mutuamente.
Assim, dentro desta prespetiva elencámos o que consideramos mais importante e ilustrámos.
Construímos uma tabela.
Preenchemos
Partilhámos com os colegas, mas quando regressarmos voltaremos a elas para que este exercício de tomada de consciência possa ser feito com uma maior partilha entre todos, ouvindo o que cada um tem a dizer sobre o trabalho de todos, a isto chama-se cooperar.