Este blog pretende ser um espaço de partilha da prática pedagógica de uma educadora de infância. Todos os textos ,fotos e videos estão sujeitos ao RGPD.
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A M e a Ná propuseram fazermos um bailado. A Manuela falou-nos que os meninos que estavam no 2.º ano tinham feito o bailado do Lago dos Cisnes. Combinámos que a Manuela nos trazia videos para vermos o que era um bailado.
Vimos o bailado do Quebra- Nozes e ficámos encantados.
Decidimos que eriamos contar a história do quebra. Nozes um bailado. ouvimos a história e escolhemos as personagens. estamos a fazer os figurinos, para cada personagem.
A mãe de T veio à nossa sala falar sobre os micróbios e a importancia de lavarmos as mãos. Primeiro vimos um file sobre os vários tipos de micróbios, onde vivem e o que temos que fazer para nos protegermos.
Em seguida fomos representar os nossos micróbios identificando as suas características.
Também fizemos uma tela com as nossas mãos com tinta para compreendermos que quando temos as nossas mãos sujas a sujidade passa para onde nós tocarmos.
Ainda falámos de como acontece a propagação dos micróbios através do contacto entre as mãos. Se uma pessoa tiver contaminada com as mãos sujas, ao dar um aperto de mão a uma pessoa essa pessoa vai fizar contaminada e por sua vez vai contaminar ouyras pessoas...
Obrigada mão de T por nos ter ensinado coisas tão importantes.
na nossa sala, depois de fazermos um projeto temos que o cuminicar a alguém, seja aos nossos colegas, seja a outra turma...
Porque fazemos estas comunicações? Porque acreditamos que o conhecimento é para ser socialmente partilhado e consequentemente socialmente validado.
Os circuitos de comunicação, enquanto formas de difusão e partilha dos produtos culturais do trabalho intelectual, procura-se instaurar “um clima de livre expressão das crianças reforçado pela valorização pública das suas experiências de vida, das suas opiniões e ideias” (NIZA, 1996, p. 146). A importância atribuída à produção de obras culturais com as crianças associa-se ao conceito de externalização de Bruner (1996, p. 46), que defende que este processo “salva a atividade cognitiva do implícito, tornando-a mais pública, negociável e solidária”.
O M quando estava a escrever uma carta usou letras e numeos e uma menina disse que os numeros não serviam para escrever cartas mas" para contar quantas coisas temos". Fomos descobrir se na sala existiam números e para é que serviam.
Descobrimos que os números servem para escrever a data, sabermos o mês em que estamos, saer o dia do nosso aniversário, quantos anos temos, o número do telefone....
Em plasticina fizemos um número que tivéssemos encontrado e colámos num cartão.
Na dança estivemos a fazer um jogo em que um menino era uma marioneta e o outro era o manipulador.
Já na sala ao descrevermos o que tinhamos estado a fazer a manuela perguntou como tinhamos estado a trabalhar e um menino disse "a pares"... um outro respondeu "dois a dois"... será que era a mesma coisa? parecida? fomos descobrir o que era um par.
Descobrimos várias coisas que existem sempre aos pares... e embora ainda seja dificil compreender que os " numeros pares são aqueles que se podem dividir por dois" compreendemos um par são sempre dois.